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Os Deuses Nórdicos
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Os Deuses Nórdicos

Os Deuses Nórdicos

    No começo, conta a lenda nórdica, havia somente fogo e gelo. Lentamente essas duas forças criaram dois seres: Ymir, o gigante, e Audhumla, a vaca. Audhumla sobreviveu lambendo o gelo salgado, ao passo que Ymir sobreviveu do leite de Audhumla. Posteriormente, o lamber incessante da vaca deu origem a uma criatura do gelo, o deus Bor. Bor viria a ser o pai de várias outras divindades, mas nenhuma delas mais importante que Odin.

    Odin tornou-se o soberano de todos os deuses nórdicos, além de personificar todo o conhecimento. Isso ele conseguiu negociando o seu olho direito com um gigante chamado Mime em troca do acesso às fontes da sabedoria. Mais tarde, quando Mime foi decapitado em batalha, Odin ungiu a cabeça de Mime com ervas e a revivificou, mantendo a cabeça decapitada ao seu lado como um inestimável conselheiro.

    Mesmo tendo gerado muitos filhos, foi a consumação de seu casamento com a deusa Frigg que gerou a maior diversidade de deuses, do majestoso e eloqüente Bragi (deus da poesia) até a mais poderosa dentre todas as divindades nórdicas: Tor, o deus do trovão.

    Tor era destemido nas batalhas, tendo à sua disposição grande variedade de armamentos e um martelo extremamente poderoso chamado Mjolnir. Quando lançado, o Mjolnir sempre retornava a Tor, mas não sem antes encher os céus nórdicos com raios.

    Quando Thrym, rei de todos os gigantes da terra distante de Jotunheim, ouviu sobre o martelo, desejou tê-lo para si. Mas a vingança por ter roubado o martelo de Tor seria rápida e inclemente. Thrym pediu uma compensação para devolver o martelo, e em troca queria a deusa Freyja, mãe de Tor.

    Tor ficou colérico, mas Heimdall, guardião da Ponte do arco-íris e mantenedor dos sentidos mais aguçados de todos os deuses, tinha um plano: Tor deveria ir a Jotunheim, terra de gigantes, usando trajes femininos e convencer Thrym de que era Freyja. Em princípio Tor recusou-se, mas posteriormente vestiu-se com um dos mantos de Freyja e foi a Jotunheim. Quando Thrym, exultante, apresentou o martelo para negociar com quem ele pensava ser Freyja, Tor o movimentou tão poderosamente que o grande gigante foi morto em um só golpe. Nunca mais alguém teve tamanha ousadia com o poderoso Tor.

    Apesar de ser inclemente na batalha, Tor era um guerreiro protetor, tendo herdado sua condição de guerreiro de Tyr - o deus mais heróico e benevolente dentre todas as divindades nórdicas. A cólera de Tor era terrível e absoluta, mas ela geralmente se voltava contra aqueles que ameaçassem a humanidade ou os deuses.

    Contudo, Balder era, para Odin, um filho totalmente diferente de Tor. Equilibrado e gentil, Balder era considerado o deus da beleza e da sabedoria. Mas ele era assolado por pesadelos e temores de morte em tal intensidade que sua mãe, a deusa Frigg, pediu a todos os seres e a todas as criaturas vivas da terra que prometessem que nunca lhe fariam nenhum mal. Mas Frigg esqueceu de pedir ao visco, plantas aparentemente insignificantes, e essa foi a desgraça de Balder.

    Conforme a história se desenrolava, o deus Loki construiu uma seta de visco e armou uma tramóia para que o próprio irmão de Balder (Hod, o deus cego da guerra) o matasse. Por isso Loki foi preso sob uma serpente gigante, que fazia gotejar veneno ácido no seu rosto. A dor era tão intensa que Loki se contorcia tanto que fazia a terra tremer, criando assim os terremotos. Nesse ínterim, Frigg pediu a Hel, filha de Loki e deusa do mundo inferior, que restaurasse a vida de Balder. Hel disse que, primeiro, todos os seres e criaturas da terra teriam de derramar lágrimas pela sua morte, do mesmo modo que Frigg havia pedido que eles o protegessem.

    Isso era certamente possível. Balder era um deus muito estimado - a deusa do inverno, Skadi, foi ludibriada e levada a realizar uma união infeliz com outro deus enquanto tentava se unir a Balder.

    Apesar de Balder ser muito querido, a declaração de Hel nunca chegou a se concretizar. Balder tivera um filho, Forseti, o deus da justiça. Das paredes ricamente decoradas do seu castelo de ouro e prata, Forseti resolvia todas as disputas e continuava a manter viva a lenda do seu amado pai, Balder. Os deuses nórdicos estavam predestinados a ser destruídos no dia de Ragnarok, quando entrassem em combate contra seus inimigos, os gigantes.


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